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Banda Nazireu Rupestre homenageia Peter Tosh no especial Tosh Attack

A Banda transforma seus ideais em louvores a Jah e intensifica no cenário do reggae a política de Peter Tosh em prol dos diretos humanos e direitos individuais.

O especial Tosh Attack foi gravado pela banda paulistana Nazireu Rupestre em homenagem a Peter Tosh, ícone do Reggae/Ska, que lutou bravamente em prol dos direitos humanos e da legalização da maconha.
Com um total de nove músicas, a publicação aconteceu entre 11 de setembro (data da morte de Tosh) e 18 de outubro de 2016 (data do nascimento de Tosh), sendo quatro músicas de Peter Tosh (Bombo Klat, Equal Rights, No Simpathy e Pick Myself Up), quatro regravações de músicas antigas da banda (Estou Navegando, Meu poder e Minha Força, Oh África, Pérolas) e uma música inédita (Eu Não Vou Votar). Todas gravadas ao vivo no estúdio Homens do Mato.

Como enaltece André Luiz (ZR):
“Nós nos identificamos com a música de Pete2r Tosh, pois ele fala de direitos iguais, algo que buscamos dentro do Rastafari. A musicalidade que ele transmite, nos envolve, nos dá inspiração para continuar a espalhar a mensagem do movimento reggae.”

Peter Tosh nasceu em Grange Hill, na Jamaica. O jovem Mcintosh começou a cantar e a tocar guitarra bem cedo, inspirado pelas estações americanas que ele conseguia sintonizar em seu rádio. No começo dos anos 1960, ele conheceu Bob Marley e Bunny Livingston, formando o grupo Wailing Wailers. Depois que Marley retornou dos Estados Unidos em 1966, os três passaram a se envolver com a religião rastafári, surgindo o novo nome da banda The Wailers. Em 1987 recebeu o Grammy por “Melhor Performance de Reggae” pelo álbum Nuclear War.
Peter Tosh considerava-se um Africano deslocado. Ele via a África como um continente abençoado, com uma magnífica história, majestade e tradição, ainda que cercada pelo derramamento de sangue, os conflitos étnicos e a pobreza, que ele atribuiu aos efeitos duradouros da exploração colonial e opressão.

Comenta André Vinicius Magosso:
“Hoje, consigo perceber a mudança no espírito de equipe dentro do segmento reggae, alcançando objetivos sociais e as crianças tendo mais oportunidades. O futuro será diferente e assim o reggae pode ser perpetuado nas próximas gerações.”
Para Peter Tosh, suas canções tinham significados históricos para a África que ficavam descritos em seus louvores, além de incentivar a identidade africana. “Não importa de onde você vem, contanto que você é um homem negro, você é um africano. Não importa sua nacionalidade, você tem a identidade de um africano”, afirmava Tosh.

Canções como African, Mama Africa e I Am Going Home, são outros exemplos de reações gravados de Tosh para a África e a sua libertação.

Diz Zilla, baterista da banda Nazireu Rupestre,
“Peter Tosh é um dos artistas que deu a vida pela música”.

Dedicou-se à liberdade política da África e comprometeu a sua libertação em palavras e atos, tomando posição contra os governos de supremacia branca do Sul e do Oeste da África, na era do Apartheid, apoiando abertamente o Congresso Africano Nacionalista (ANC) e os movimentos de resistência Sul na organização de povos do Oeste Africano (SW4APO) que como reação compôs e gravou seu álbum Equal Rights em 1977 e nas letras de ‘Four Hundred Years, Get Up Stand Up, Downpressor Man e Apartheid’, expressou seu apoio para a libertação Africana e suas preocupações para o mundo de oprimidos, acreditando sempre na música como sua arma principal. Em 11 de setembro de 1987, Peter Tosh foi assassinado, vítima de uma suposta “tentativa de assalto”

‘Os Naza’
Nazireu é o nome dado a quem está a serviço de Jah e Rupestre ao que é escrito na rocha, tornando-os assim, a banda que continua a escrever nas rochas de Jah as mensagens sobre os ensinamentos e os feitos do bem.
A banda Nazireu Rupestre, acredita que suas músicas, pregam de forma livre, a lei dos bons pensamentos e de mensagens de fé.
O grupo surgiu no início de 2004 na zona leste de São Paulo, mais especificamente na região de São Mateus, bairro localizado a 12Km do centro, através de encontros onde tocavam Nyahbing (a batida do coração) entre amigos e irmãos na casa do vocalista Daniel para lerem a bíblia, meditar e louvar ao som do reggae, e o principal, aprender sobre a ideologia rastafári. Tiveram uma vivência durante um bom tempo na comunidade Quilombola em Camburi das Pedras – Ubatuba SP uma área de preservação, que faz parte do Parque Estadual da Serra do Mar o que proporcionou a experiência para o amadurecimento filosófico da banda.
Da formação inicial, ainda fazem parte os músicos Daniel de Brito (Dani) na voz e guitarra e André Luiz (ZR) no backing vocal e teclados. Após mudanças ao longo dos anos, a banda se completou com Eric de Brito (Zilla) no backing vocal e bateria e André Vinicius (Magosso) no contrabaixo.

Discografia

2005 Creiam Crianças
2007 Confraternização Rastafari6
2012 “Promo” Nazireu Rupestre
Em 2013, a parceria entre o selo Homens do Mato e a produtora Econsciencia trouxe mais qualidade e profissionalismo a banda. No início de 2014, o Nazireu entrou em estúdio para a gravação do álbum “Os Tempos São Cruéis” que contou com a produção de Rodrigo Loli (produtor musical) e Rodrigo Piccolo (vocalista do Mato Seco).

O álbum foi muito aguardado pelo público foi lançado através do selo Homens do Mato, a turnê de divulgação do álbum teve uma excelente aceitação passando por diversas cidades e estados brasileiros.

Link do álbum completo do You Tube ultrapassa 130.000 views.

2016 Tosh Attack
Nesse especial percebe-se um novo olhar da banda Nazireu Rupestre onde suas batidas circulam nas vertentes do Rasta Punk, com uma originalidade extrema e sonoridade única.

Daniel de Brito é conhecido por sua musicalidade, já que desde sempre teve o tino musical, sempre teve sua banda e seus projetos musicais, e sempre acreditou na mú7sica, ele afirma:
“Jah abençoa que estou podendo fazer a minha parte. Amém, Amém, Amém, mas daquele jeito, se melhorar melhora! (risos)”

No dia 11/12/2016, na 1° Mostra Cultural Reggae/ SP, Daniel participou brilhantemente vocalizando com a banda QG Imperial a música Os Tempos São Cruéis, que em sua letra tem uma linguagem também atrativa ao público infantil.
A banda, mesmo com seu crescimento profissional, não abandonou as iniciativas sociais, já que o principal objetivo é que sua música chegue a todos sem distinção. Vivem a ideologia rastafári e frutificam o convívio entre pessoas com harmonia e respeito, direitos iguais, mensagens de amor, fé, coragem, pensamentos e atitudes positivas.
Assim continuam sua trajetória para evolução da consciência e para elevação do espírito.

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A Radio Jamaica Brasileira reafirma a credibilidade e apoio ao dedicado trabalho em prol do reggae que a Banda Nazireu Rupestre vem apresentando desde a sua criação. Aproveitamos para ressaltar a relação harmoniosa e profunda admiração que temos pelo trabalho da banda e linkar para o nosso público uma grande entrevista que a banda nos deu ao vivo e em tempo real há alguns anos. Um dos pontos altos da entrevista foi a interatividade natural dos músicos combinada com a alegria e vibração positiva dos seus integrantes e disponibilidade para cantar, tocar, tornando o momento muito especial. Acesse o link e confira como foi (créditos ao amigo e parceiro Dj Leroy do site Freqüência Reggae):

 

Em 2012 mais uma vez estivemos juntos por ocasião da realização da edição do evento Grito Cultural Reggae, onde a Banda apresentou-se e teve a sua apresentação transmitida ao vivo em em tempo real dentro da nossa programação. O evento teve ampla e total cobertura da Radio Jamaica Brasileira. Acesse o link e confira créditos ao amigo e parceiro Dj Leroy do site Freqüência Reggae):

Contatos da banda:
TIM/WhatsApp: (11) 95136-7200
Email: diego@homensdomato.com.br
www.nazireurupestre.com.br
Facebook: Nazireu Rupestre
Instagram: @nazireurupestre

Nosso conceito

A Radio Jamaica Brasileira™ veio para estabelecer uma referência em programação musical especializada em reggae nas suas diversas vertentes, prezando pela originalidade, respeito aos artistas e bandas, apoiar manifestações culturais e divulgação de trabalhos emergentes, usando da tecnologia e plataformas digitais para levar ao público as mensagens e vibrações positivas da música reggae com o máximo grau de interatividade, combinado com muita responsabilidade, inovação e o pioneirismo de quem está no ar desde à era da internet discada. Yeah Jamaica!

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